Nacional-AM empata com Iguatu-CE e decide vaga fora de casa
Azulino cedeu empate nos minutos finais em Manaus; decisão da vaga às quartas será em Iguatu-CE, no dia 25.
Por Ponto Amazonas - Ponto Amazonas
Atualizado em 18 de julho de 2026
O Nacional-AM não conseguiu segurar a vantagem construída no segundo tempo e cedeu o empate ao Iguatu-CE nos minutos finais da partida disputada neste sábado (18), no Estádio da Colina, em Manaus. O confronto, válido pelo jogo de ida das oitavas de final da competição, terminou em 1 a 1.
O time amazonense chegou a estar à frente do placar graças a um gol marcado por Renanzinho na etapa final. A vantagem, no entanto, durou até os 47 minutos do segundo tempo, quando os visitantes tiveram um pênalti a favor. O goleiro Igor chegou a defender a cobrança, mas no rebote Otacílio aproveitou para deixar tudo igual e garantir o empate ao Iguatu.
Como foi a partida
Jogando diante de sua torcida, o Nacional teve mais posse de bola durante boa parte do confronto, mas esbarrou na falta de eficiência nas finalizações, em sua maioria fracas. Ainda assim, o Azulino insistiu na busca pelo gol e cresceu de produção no segundo tempo, impulsionado por substituições que deixaram a equipe mais ofensiva — movimento que resultou justamente no gol de pênalti que abriu o placar para o Leão. Nos minutos finais, porém, o Iguatu passou a pressionar mais a área amazonense e chegou ao empate também por meio de uma cobrança de pênalti.
O que está em jogo no jogo de volta
A decisão de vaga para as quartas de final acontece no próximo sábado (25), quando o Iguatu recebe o Nacional no Estádio Morenão, às 15h (horário de Manaus). Para avançar, o time amazonense precisará vencer fora de casa; um novo empate levará a definição da vaga para as cobranças de pênaltis. Quem passar pela fase estará a apenas duas partidas de distância do acesso à Série C.
Treinador avalia atuação da equipe
Ao fim do jogo, o técnico Júlio César destacou o desempenho do Nacional ao longo dos 90 minutos e atribuiu o resultado a detalhes da partida. Segundo ele, a equipe teve mais posse de bola e chegou com mais frequência ao último terço do campo do que o adversário. O treinador reconheceu, porém, o poder do rival: "Nós sabíamos que era um adversário perigoso, um adversário que muitas vezes é envolvido pelo oponente, mas que é muito sólido defensivamente e se doa muito", disse ele ao Portal A Crítica.







